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 Artigo Gartner - Info Corporate
Conforme comentei em outro post recente, o Gartner tem sido generoso com o tema Arquitetura Empresarial. Nesta semana, tivemos mais um novo artigo sobre o tema.
Desta vez, o artigo foca em “fatores de sucesso” para a implantação de Arquitetura Corporativa. Você pode ler aqui o artigo com highlights e anotações minhas, ou pode clicar aqui para ler o artigo original (é a mesma página, mas sem meus highlights e comentários).
(Parênteses: recomendo fortemente essa funcionalidade do Diigo para quem gosta de compartilhar artigos. Você consegue publicar um link para a própria página que você quer compartilhar, mas só que com marcações e anotações suas. Muito mais prático do que enviar o link para o texto e comentar dentro de um e-mail, por exemplo… Fecha parênteses.)
O que mais me chamou a atenção neste artigo foi o resultado da pesquisa que mostrou que 95% dos arquitetos-chefe respondem ao CIO. Eu esperava que no “primeiro-mundo” já houvesse uma proporção maior de Arquitetos respondendo para executivos de negócio. Não posso negar que fiquei um pouco decepcionado. Mas, por outro lado, isso também mostra que o número de CIOs mais antenados nas necessidades do negócio do que na escovação de bits está aumentando, o que é uma boa notícia!
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Publicado por Atila Belloquim e arquivado em Ética e Valores, tags: Crise, Ética
Poucos devem se dar conta, mas a decisão pela não admissibilidade de processo penal contra Palocci pelo Supremo abre o mais terrível precedente para nossa democracia: na prática, o STF sancionou o uso da máquina do Estado para chantagear qualquer cidadão comum, ou qualquer inimigo dos poderosos de plantão…
Liberou geral. Agora, Lula vai pedir para si e para todos os seus cúmplices uma senha de acesso aos sistemas do BB, da Caixa e da Receita. Assim, não vão precisar depender de funcionários como Jorge Mattoso, os quais a partir de agora podem ter algum receio de prestar este tipo de favor a seus chefes… Aí sim chegaremos ao paraíso petista: os crimes com vítima, mas sem criminoso.
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Publicado por Atila Belloquim e arquivado em News
 News
Architecting the Enterprise ministrará duas turmas do curso de TOGAF 9 no Brasil.
Curso Aberto de Arquitetura Corporativa: Nova Turma em Agosto.
Mais comunicação na Gnosis: Fórum, Blog e Twitter.
Leia sobre tudo isso na página principal de nosso site.
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 Artigo Gnosis
Escrevi um novo artigo comentando as relações entre a Arquitetura Corporativa (ou Arquitetura Empresarial – de acordo com o desejo do freguês) e a Gestão de Portfolio de Projetos.
O artigo argumenta que a Gestão dePortfolios é incompleta sem a Arquitetura Empresarial, pois, embora seja capaz de classificar e priorizar os projetos propostos (contidos no portfolio, portanto), ela é incapaz de sugerir os projetos de que a organização precisa para implementar sua Estratégia Organizacional. O artigo mostra como a Arquitetura Empresarial complementa a Gestão do Portfolio de Projetos, na medida em que possibilita identificar os projetos estrategicamente necessários.
Clique no link a seguir para ler o artigo Arquitetura Corporativa e Gestão de Portfolio de Projetos, e não deixe de vir depois aqui deixar seus comentários!
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Este artigo já é um pouco antigo, mas é interessante comentá-lo:
 Artigo Gartner - Info Corporate
A colaboração extrema é o maior legado do BPM
O artigo faz finca-pé em algo que deveria ser óbvio, mas que, evidentemente, não é. Refiro-me à dificuldade de implantar o que quer que seja em uma Organização sem levar em conta a Cultura Organizacional e as Relações de Poder ali reinantes.
Esse é o assunto de minha disciplina “Sociologia e Política em Projetos” na pós-graduação em Gerenciamento de Projetos no Senac-SP, que também discuto neste artigo.
Embora o artigo me pareça um pouco ingênuo em alguns pontos, é uma importante contribuição neste assunto ainda tão ignorado.
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- Artigo Gartner – Info Corporate
Alguns cínicos costumam dizer que, quando um assunto chega às grandes publicações, é porque já está no passado.
Embora isto seja evidentemente exagerado, é auspicioso ver que o tema da Arquitetura Corporativa (ou Empresarial, como querem alguns) começa a aparecer na “grande mídia”, pelo menos na especializada, neste caso representada pela revista Info Corporate.
Em seus boletins periódicos, a revista sempre destaca um artigo (normalmente traduzido) do Gartner, cujas opiniões, sabemos bem, são muito respeitadas por estas plagas. É uma boa notícia que o nosso assunto tenha sido objeto de tal honraria duas vezes em menos de dois meses!
O primeiro – A arquitetura corporativa traz valor ao negócio? - saiu no início de Junho. Infelizmente, foi muito mal traduzido (automaticamente?), de modo que quem preferir pode ler o original aqui.
O segundo – A Arquitetura Corporativa em tempos de desafios econômicos – saiu hoje e, felizmente, está traduzido decentemente.
Os dois tem em comum uma questão muito atual: vale a pena investir em Arquitetura Corporativa em tempos de crise econômica? Não seria a Arquitetura mais um desses “luxos” que entram na primeira lista de cortes de custos?
Ler o restante »
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 Link para artigo externo
Recomendo a leitura deste artigo para aqueles que querem ter uma idéia geral sobre Arquitetura Corporativa e a abordagem do TOGAF para a mesma.
Mas o que mais me chamou a atenção no artigo é a constatação de que o assunto é pouco conhecido -tanto na Academia quanto nas Empresas- mesmo no “primeiro mundo”. De fato, ainda há muito a fazer em termos da divulgação desses conceitos…
(Usando o link que forneci, você irá para uma versão da página que inclui comentários meus em “post-it” armazenados no Diigo.)
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No próximo dia 17 de Junho, quarta-feira, às 19:00h, teremos no Auditório da Sucesu-SP uma palestra internacional com o título “SOA com TOGAF – Por que não implementar SOA sem Arquitetura Corporativa”. O palestrante será Serge Thorn, consultor da Architecting the Enterprise, que estará no Brasil para dar um curso de certificação em TOGAF.
Esta palestra marca o início da parceria da Gnosis com a Architecting the Enterprise, que é mais importante consultoria global em TOGAF. Sua fundadora e CEO faz parte do time que escreveu o TOGAF, e a empresa foi a responsável pelo treinamento e certificação de mais da metade dos consultores certificados em TOGAF no mundo.
Clique aqui para maiores informações sobre a parceria e a Architecting the Enterprise, e aqui para mais informações e inscrição na palestra.
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De tudo o que já se falou sobre a atual crise, um aspecto me parece sobressair: o forte componente ético associado ao desabamento que estamos vivenciando.
Embora muita gente importante tenha se manifestado a este respeito, gostaria de recolher três opiniões de origens bastante distintas, mas que apontam na mesma direção.
Em primeiro lugar, temos o pensador brasileiro Eduardo Giannetti. Em seu excelente livro “Vícios Provados, Benefícios Públicos?” , ele já argumentava, em 1994, que a ética é essencial para o funcionamento do capitalismo.
Depois temos o papa Bento XVI, que vem repetidamente lembrando o quanto esta crise atual é, principalmente, uma crise de valores.
Por último, refiro-me a uma reportagem de capa recente da revista Exame, que se pergunta “O que deu errado com o Bônus?”.
Em comum, aponta-se para a ganância excessiva como uma das principais fontes do problema.
Alguns ideólogos jurássicos e oportunistas estão a regozijar-se com a crise como sendo “o fim do neoliberalismo” e até mesmo “o fim do capitalismo” (!)
É evidente que não se trata disso. O Socialismo que tais críticos defendem provou desastrosamente seus resultados. E mesmo o welfare state de tipo europeu há tempos encontra-se em um beco sem saída. Foi justamente o “neoliberalismo” que permitiu um dos mais longos e prósperos ciclos de crescimento econômico na história contemporânea, retirando milhões de pessoas da miséria em diversos países em desenvolvimento.
Portanto, temos o paradoxo de que a liberdade econômica e estímulo ao empreendedorismo de tipo norte-americano foram ao mesmo tempo os causadores tanto do longo período de pujança econômica quanto do atual desabamento dos mercados. Ou seja, a “ganância” levou ao longo período de forte crescimento, mas foi também a causa do desastre.
Quando – e onde – encontraremos o meio termo?
O discurso de governos e economistas tem ido na direção de “maior regulamentação”. Ora, regulamentação não tem faltado. A lei Sarbanes-Oxley (SOX) é draconiana em seus controles. Nunca houve –teoricamente, ao menos- tanto controle, tanta transparência, tanta boa governança, tanto acesso à informação das empresas quanto temos hoje. E nada disso adiantou… Será que ainda mais regulamentação resolverá o problema? Ou será que o buraco é mais embaixo?
Voltaremos ao assunto.
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Como vocês sabem, fiz na última terça uma palestra na SUCESU com o título “BPM, SOA e Arquitetura Corporativa”. A apresentação foi um sucesso, tivemos mais de 60 participantes. Vou comentar alguns dos pontos discutidos aqui para quem não pode ir.
O argumento principal da palestra era que algumas iniciativas que estão muito na moda na área de TI hoje correm sérios riscos de dar com os burros n’água sem a Arquitetura Corporativa.
Em particular, investir em SOA sem Arquitetura Corporativa é algo com enorme probabilidade de não passar de dinheiro jogado pela janela.
Por quê?
Simples. Ao contrário do que alguns influentes advogados do SOA pregam, implantar esta tecnologia nem é barato nem se faz do dia para a noite. Assim, é evidente que alguma forma de priorização se faz necessária:
- Quais são as funcionalidades dos sistemas atuais que devem ser transformadas e encapsuladas em serviços?
- Quais novos serviços são realmente necessários?
- Onde devo buscar estes novos serviços? Desenvolver em casa ou procurar no mercado?
Ora, devemos começar pelos serviços mais relevantes para a estratégia da empresa, dirá alguém, e com razão. A questão é: como é que eu sei quais são os serviços mais relevantes para a estratégia?
A resposta é que você não tem como saber sem uma Arquitetura Corporativa. É a Arquitetura Corporativa (também conhecida como Arquitetura Empresarial) que mapeia e documenta tudo o que há dentro da organização, estabelecendo o vínculo entre a Estratégia da organização, seus Processos de Negócio e os recursos necessários para viabilizar esses processos.
Sem Arquitetura, portanto, corremos o risco de investir nos “serviços” errados, o que nos levará em breve ao nosso velho carma: o Retrabalho.
Estou disponibilizando os slides da palestra em nossa área de Recursos. Estejam à vontade para comentar.
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