Ai estamos com mais uma parte da série. Deste vez, listamos os principais conhecimentos necessários ao Arquiteto Corporativo. Boa leitura e não dei de comentar e deixar sua opinião!
A partir da próxima semana, passarei a publicar uma série de posts que tem a pretensão de virem a se tornar um pequeno e-book. É como um e-book em fascículos, daqueles que vendiam em banca quando eu era criança (isso ainda existe? )
O assunto, para variar, é Arquitetura Empresarial, só que, desta vez, visto sob o ponto de vista do profissional que a exerce.
Durante o fim de semana, colocarei aqui o “plano da obra”, mas, para já, deixo aqui um link para quem quiser garantir receber todos os “fascículos” no seu e-mail.
Conforme comentei em outro post recente, o Gartner tem sido generoso com o tema Arquitetura Empresarial. Nesta semana, tivemos mais um novo artigo sobre o tema.
(Parênteses: recomendo fortemente essa funcionalidade do Diigo para quem gosta de compartilhar artigos. Você consegue publicar um link para a própria página que você quer compartilhar, mas só que com marcações e anotações suas. Muito mais prático do que enviar o link para o texto e comentar dentro de um e-mail, por exemplo… Fecha parênteses.)
O que mais me chamou a atenção neste artigo foi o resultado da pesquisa que mostrou que 95% dos arquitetos-chefe respondem ao CIO. Eu esperava que no “primeiro-mundo” já houvesse uma proporção maior de Arquitetos respondendo para executivos de negócio. Não posso negar que fiquei um pouco decepcionado. Mas, por outro lado, isso também mostra que o número de CIOs mais antenados nas necessidades do negócio do que na escovação de bits está aumentando, o que é uma boa notícia!
O artigo faz finca-pé em algo que deveria ser óbvio, mas que, evidentemente, não é. Refiro-me à dificuldade de implantar o que quer que seja em uma Organização sem levar em conta a Cultura Organizacional e as Relações de Poder ali reinantes.
Esse é o assunto de minha disciplina “Sociologia e Política em Projetos” na pós-graduação em Gerenciamento de Projetos no Senac-SP, que também discuto neste artigo.
Embora o artigo me pareça um pouco ingênuo em alguns pontos, é uma importante contribuição neste assunto ainda tão ignorado.
Alguns cínicos costumam dizer que, quando um assunto chega às grandes publicações, é porque já está no passado.
Embora isto seja evidentemente exagerado, é auspicioso ver que o tema da Arquitetura Corporativa (ou Empresarial, como querem alguns) começa a aparecer na “grande mídia”, pelo menos na especializada, neste caso representada pela revista Info Corporate.
Em seus boletins periódicos, a revista sempre destaca um artigo (normalmente traduzido) do Gartner, cujas opiniões, sabemos bem, são muito respeitadas por estas plagas. É uma boa notícia que o nosso assunto tenha sido objeto de tal honraria duas vezes em menos de dois meses!
Os dois tem em comum uma questão muito atual: vale a pena investir em Arquitetura Corporativa em tempos de crise econômica? Não seria a Arquitetura mais um desses “luxos” que entram na primeira lista de cortes de custos?
Recomendo a leitura deste artigo para aqueles que querem ter uma idéia geral sobre Arquitetura Corporativa e a abordagem do TOGAF para a mesma.
Mas o que mais me chamou a atenção no artigo é a constatação de que o assunto é pouco conhecido -tanto na Academia quanto nas Empresas- mesmo no “primeiro mundo”. De fato, ainda há muito a fazer em termos da divulgação desses conceitos…
(Usando o link que forneci, você irá para uma versão da página que inclui comentários meus em “post-it” armazenados no Diigo.)